Não acredito muito nesses testes de personalidade, sejam eles de revistas, sites e coisas afins, mas não posso negar que a descrição do livro, coincidentemente (ou não), se encaixa na pessoa que sou.
TCHAM-TCHAM-TCHAM.....
Eis aqui o resultado:
"Memórias póstumas de Brás Cubas", de Machado de Assis

Ok, você não é exatamente uma pessoa fácil e otimista, mas muita gente te adora. É possível, aliás, que você marque a história de sua família, de seu bairro... Quem sabe até de sua cidade? Afinal, você consegue ser inteligente e perspicaz, mas nem por isso virar as costas para a popularidade - um talento raro. Claro que esse cinismo ácido que você teima em destilar afasta alguns, e os mais jovens nem sempre conseguem entendê-lo. Mas nada que seu carisma natural e dinamismo não compensem.
"Memórias póstumas de Brás Cubas" (1881) é considerado o divisor de águas entre os movimentos Romântico e Realista. Uma das expressões da genialidade de Machado de Assis (e de sua refinada ironia), há décadas tem sido leitura obrigatória na maior parte das escolas e costuma agradar aos alunos adolescentes. Já inspirou filme e peças de teatro. É, portanto, um caso de clássico capaz de conquistar leitores variados. Proezas de Machado.
Uma vergonha, mas devo admitir que não li este clássico, assim como o fiz com toda a obra de Machado de Assis. Providenciarei a leitura de algum, quem sabe este citado.
Não é mentira quando os professores dizem que devemos ler os grandes autores do nosso país. Fico totalmente por fora quando o assunto é o famoso Bruxo do Cosme Velho, nosso Machado de Assis.
Sou mesmo uma negação.